A janela aberta

Ela vinha de longe, sem fazer barulho. Os longos cabelos negros salpicados de estrelas e a Lua num cordão ao redor do pescoço. Seu hálito era uma brisa serena e sua voz era fresca:
– Eu sou a Noite.
Sentada na beira da cama, a boca bem perto do meu ouvido. Ela me sussurrava sonhos.

2 Respostas to “A janela aberta”

  1. Urso Says:

    Sabe que qdo eu leio essas coisas que vc escreve depois de tanto tempo sem contato com qualquer coisa que vc tenha criado eu sinto uma enorme vontade de te bater…

    O que dizer? É foda…

  2. Jorge Says:

    Sei anos, 201 post e 140 poemas depois eu volto aqui, porque acabei de publicar o poema 140 e percebi que este aqui é meu poema 000.

    As pequenas e inúteis coisas de que a gente se dá conta…

    Acrescentei “negros” aos cabelos da Noite.

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