poema 011

em Tebas

Beleza monstruosa, enigmática e divina,
ocultas da ignorância dos abençoados, que com olhos não veem,
a atrocidade, verdade insuportável,
revelada aos que se cegam
por terem visto

a consciência de saber
não saber.

És menos cruel com os mortais que devoras
que com aqueles que a decifram

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