Poema 121

Ah, minha amada São Paulo!
Um beijo no cu da tua alma
imunda
capital do mundo futuro

Não existe horizonte que tua beleza não possa corromper

Santa messalina dos meus sonhos
virgem cafetina dos meus dias
abra bem tuas pernas para me estuprar

Você é podre, São Paulo!

E eu te amo

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