poema 127

A cidade, era um discurso arquitetônico de edifícios espelhando o céu. Por avenidas, ruas e labaredas, fluía, sua sintaxe urbana. Eram nas abóbodas dos seus shoppings e templos, que resplandecia os períodos de orações mais intricadas. Toda essa melodia verbal era inigualável apenas ao coro entoado por habitantes majestosos que, marmóreos, encrustavam nessa coroa retórica, suas mais belas e delicadas joias.
Bela era, a cidade para quem soubesse lê-la.

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