poema 140

Os discípulos da chuva não se esquecem

Pela janela do escritório,
aquário de gente engarrafada,
olho o oceano solto nas gotas da chuva.

A tarde líquida respinga na eternidade.
Dela emerge, atlaticamente, a ilha onde crianças
dançávamos cirandas no meio da rua.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s


%d blogueiros gostam disto: