poema 142

às vezes, a saudade dói,
mas o amor, sempre ele, abranda.

há anos quero te escrever um poema.
algo singelo que fique
como um afago na lembrança.

como ficou na minha infância
teu riso, tua afliação
e a música de teu nome, Joana.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s


%d blogueiros gostam disto: